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Por que o líder brasileiro precisa olhar para o quiet cracking AGORA

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Durante muito tempo, o debate sobre engajamento no trabalho girou em torno do " quiet quitting",  profissionais que seguem entregando apenas o mínimo necessário, sem envolvimento emocional com a empresa. Mas o cenário mudou. E ele ficou mais silencioso, mais perigoso e mais difícil de detectar. Um novo fenômeno começa a ganhar espaço nas discussões internacionais sobre trabalho e liderança: o " quiet cracking",  algo como “quebrando em silêncio”. Segundo Frank Giampietro, diretor de bem-estar da EY Americas, o " quiet cracking" descreve profissionais que continuam aparecendo, entregando resultados e cumprindo metas, mas que estão emocionalmente esgotados, sob níveis elevados de estresse e fadiga mental.  Eles não desistiram do trabalho. Mas também não estão prosperando nele. E isso muda tudo. O problema não é a entrega. É o custo invisível dela. Diferente do " quiet quitting" , o " quiet cracking" não se manifesta pela queda imediata ...